Em comunicado enviado à agência Lusa, a academia alentejana revelou tratar-se de um “projeto de investigação pioneiro”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e coordenado por Guida Veiga, professora no Departamento de Desporto e Saúde da UÉ.
A vertente da biodiversidade do projeto “Pegada 4.0”, liderado pela Universidade de Évora está a ser trabalhada por investigadores da Universidade de Coimbra. Inclui uma aplicação que permite aos agricultores submeter imagens e sons em tempo real para análise científica.
A Universidade de Évora e a empresa Hyperion Renewables vão estudar a possibilidade de produzir energia fotovoltaica em simultâneo com atividade agrícola.
A fintech portuguesa une-se à universidade com o objetivo de explorar o poder transformador da tecnologia quântica para o setor financeiro, "fornecendo pontuações de crédito mais precisas com maior rapidez e expandindo as oportunidades de crédito para empresas normalmente ignoradas pelas avaliações padrão".
Rui Nabeiro “é um exemplo pela sua carreira pessoal, profissional e pelo seu percurso” e, para a UÉ, a sua morte “é uma grande perda”, afirmou a reitora da academia alentejana, em declarações à agência Lusa.
Investigadores do CIU3A, que junta as universidades de Sevilha, Évora e Algarve, apresentam projeto que estimam possa ser incorporado na rede elétrica dentro de uma década, num investimento de 500 milhões de euros.