Falando aos jornalistas à margem da sessão comemorativa dos 40 anos da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, que ontem se assinalaram em Lisboa, o Presidente da República observou que a imigração, além da naturalização de cidadãos estrangeiros em Portugal, surge como uma prioridade para o Governo e para a oposição, embora com “perspetivas opostas” dentro de si.
Ex-secretário de Estado de Passos Coelho assume a secretaria-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa por proposta de Carlos Moedas, que deixa a comissão executiva. Segue-se o Rio de Janeiro.
Vítor Ramalho foi por 12 anos secretário-geral da UCCLA, que hoje representa 65 cidades e 24 empresas. Defende o mercado lusófono e que se olhe para a fronteira comum que é o mar. Segue-se continuar a apoiar estas ideias. “Em Portugal não é comum aproveitar-se o conhecimento dos mais velhos que têm como forma de vida na política servir. É pena que assim seja”, diz.
Nas três exposições que destacamos, os trabalhos expostos, da fotografia às artes gráficas, passando pela escultura e azulejo, têm em comum uma clara homenagem ao nosso país e um apelo à preservação da memória.