"As normas previstas no regulamento além de exigirem um investimento elevado em adaptações tecnológicas, inviabiliza a visibilidade da marca, impede a economia de escala e reduz o potencial de mercado resultante da impossibilidade do uso rotulagem trilingue, e, sobretudo, impede a apresentação de informações relevantes para os consumidores, como as instruções para a aplicação correta do produto", disse a Associação Portuguesa de Tintas (APT).