A I&D nas empresas, com vista à inovação tem tudo a ganhar com formação contínua, com a aprendizagem via “experiência-erro” e com o acelerar do processo.
Portugal precisa de ensino para a vida, para estimular o “engenheiro que há dentro de cada de um nós”, para instilar o conceito de que é preciso rapidez e, para isso, é preciso ensino adequado.