Simbólicas torres de refrigeração e a chaminé da central - com 116 metros e 225 metros de altura - vão ser demolidas recorrendo ao "uso controlado de explosivos".
É uma nova frente de batalha entre as antigas sócias na antiga central a carvão do Pego. Endesa exige em tribunal que sejam distribuídos mais dividendos face aos aprovados e pede a dissolução da Tejo Energia. Já a TrustEnergy defende a legalidade das suas ações, assim como a manutenção da sociedade que geria a central que fechou em 2021
A central a carvão do Pego era detida pela TrustEnergy e pela Endesa, juntas no consórcio Tejo Energia. As sócias chatearam-se e concorreram em separado ao leilão. A Endesa venceu - com um projeto de 600 milhões - e agora a TrustEnergy quer cancelar o concurso levando o ministério do Ambiente a tribunal.