Pordata traça o perfil do trabalhador em Portugal e conclui, por exemplo, que há pelo menos 15 anos que não havia tantas pessoas a trabalhar em Portugal e que, no espaço de uma década, o número de trabalhadores de nacionalidade estrangeira quase triplicou, sendo em 2024 mais 197 mil face a 2014.
Este valor representa uma ligeira descida de 0,1 pontos percentuais face ao ano anterior. No último trimestre a taxa de desemprego foi de 6,7%, valor superior em 0,6 p.p. ao trimestre anterior e 0,1 p.p. acima do período homólogo de 2023.
O sector dos serviços foi o que registou os maiores aumentos no emprego, com mais 72.800 pessoas empregadas, destacando-se o comércio por grosso e a retalho, com mais 44.700 pessoas, e a educação, com mais 38.100 pessoas. No entanto, a hotelaria registou uma diminuição de 2,1%.
Em Portugal, a taxa de emprego subiu para 72,8% (72,5% no segundo trimestre), enquanto a taxa de participação no mercado de trabalho passou de 77,6% para 77,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2023. Em Espanha, o emprego cresceu para 65,7% no terceiro trimestre (65,4% no trimestre anterior).
A par de Portugal, também a Lituânia e Malta registaram uma taxa de 1,3%, empatando a três com o maior crescimento do emprego quando comparado com primeiro trimestre do ano.
Em abril registou uma queda de 4.700 pessoas empregadas, sendo a primeira vez que o nível de emprego apresenta uma quebra em 2023. A taxa de desemprego fixou-se em 6,8% no quarto mês do ano.
Mercado de trabalho ficou praticamente inalterado entre fevereiro e março, com o emprego a manter-se no valor mais elevado desde, pelo menos, 1998. Economistas explicam com crescimento económico e dinamismo do turismo.
O ministro das Finanças apontou, em conferência de imprensa, que o mercado de trabalho "está a criar oportunidades de emprego a mais para as pessoas que estão a procurar" emprego.