Estudo europeu alerta que a imposição de carga fiscal "extrema" sobre o consumo de tabaco pode levar ao aumento do consumo ilícito deste produto. Em 2022, a Autoridade Tributária em Portugal perdeu 32 milhões de euros fruto do consumo ilegal de cigarros.
As novas normas entram em vigor esta terça-feira com mensagens chocantes nas embalagens, à semelhança do que acontece no cigarro tradicional, além da proibição de aromas.
“É verdade que a diretiva deveria entrar hoje em vigor, mas acho que é melhor uma lei boa que demore mais umas semanas a entrar em vigor do que nós sermos pouco ambiciosos numa agenda que é muito importante”, disse Manuel Pizarro.
Apesar de não serem revelados os valores do investimento, Lucas Chazarreta, country manager da JTI em Portugal garante que o país será fundamental nesta estratégia. No entanto, a nova lei do tabaco pode obrigar a um reajuste do investimento tendo em conta o "impacto gigante" no sector.
“Basicamente deixa de haver locais onde seja possível fumar”, à exceção de alguns espaços, como, restaurantes, bares, discotecas, que instalarem em janeiro deste ano, decorrente da legislação, equipamentos que permitem “ter espaços separados e protegidos para fumadores” e que poderão manter até 2030.