Desde 1980, só por quatro vezes a Guiné-Bissau conseguiu crescer acima de 5%, sendo este o valor de referência para a expansão anual da economia deste pequeno país lusófono da África Ocidental.
Ilídio Té falava na transferência de dossiês ao novo ministro da Economia e Finanças, Suleimane Seidi, a quem desejou “sorte”, deixando-lhe a garantia de que terá disponível “dinheiro para pagar salário aos servidores públicos”.