Os próximos anos devem trazer uma maior “sofisticação” nos ataques informáticos. Os ciberataques devem continuar a crescer, reforçando a necessidade das organizações adotarem estratégias de defesa.
Num contexto de desafios, a inteligência artificial assume preponderância. Arlindo Oliveira lembra que é uma tecnologia de “duplo uso”. Paulo Lacão diz que “há muito trabalho a fazer” na cibersegurança.
Pequeno-almoço de debate, organizado pelo JE, pôs em discussão o fator humano nas falhas de segurança informática das organizações. Especialistas dividem-se entre a necessidade constante de formação das pessoas e a ideia de que esse argumento já é obsoleto.
A previsão da IDC inclui despesas com serviços geridos e software de analítica e proteção de dispositivos. Ao JE, dois CTO e um académico explicam a importância de criar um escudo nas redes e formar, sobretudo num contexto de fenómenos com o Olá, pai. Olá, mãe.
O Jornal Económico convidou a VisionWare, a .PT e a Microsoft Portugal para discutir quais os desafios que estão inerentes à cibersegurança numa altura em que a Inteligência Artificial comanda a internet. Veja as fotografias do debate.
A Inteligência Artificial generativa traz numerosas oportunidades para os cidadãos e as empresas. Vamos poder trabalhar de forma mais eficiente e muitas das tarefas que hoje ocupam o nosso tempo passarão a ser automatizadas. Mas há riscos. Leia a análise do JE e a opinião dos especialistas.
O Jornal Económico convidou a VisionWare, a .PT e a Microsoft Portugal para discutir quais os desafios que estão inerentes à cibersegurança numa altura em que a Inteligência Artificial comanda a internet. Veja o debate promovido pelo JE.
“Qualquer organização tem de capacitar os seus colaboradores, a começar pelo board”, afirmou a mesma responsável, enquanto oradora convidada do evento Special Report sobre Cibersegurança do Jornal Económico, que decorre esta manhã no Hotel Intercontinental, em Lisboa.
O CEO da VisionWare, Bruno Castro, alerta que os modelos de inteligência artificial permitem gerar conteúdo personalizado para melhorar os ciberataques, uma vez que vão recolher informação à vida pessoal e profissional dos utilizadores.
Estudo elaborado pela Microsoft Portugal revela que 25% das empresas nacionais pondera utilizar Inteligência Artificial nos próximos 24 meses. Por outro lado, Luís Rato, diretor nacional de segurança da Microsoft Portugal salienta que 50% das empresas já fizeram “investimentos significativos” em cibersegurança.