Imperativos da minha consciência, obrigam-me a mais uma missão, recusando “ser político de bancada”, para continuar a defender os interesses do meu Portugal.
O PS é, e continuará a ser, um grande partido se não cair em tentações hegemónicas de poder absoluto ou, num futuro próximo, abandonar a moderação e cair nos braços do extremismo de esquerda.
O Governo, se quiser deixar alguma “obra” duradoura, tem de ser o primeiro a dar o exemplo de diálogo construtivo assente em propostas moderadas. Sem excluir uma oposição também ela moderada.