A Rússia rejeitou qualquer intervenção militar europeia no conflito, acusando Kiev de bloquear uma solução duradoura e de atuar sob influência ocidental.
Um dia depois de Donald Trump ter ameaçado a Rússia com tarifas de 100% e sanções adicionais, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo encontrou-se com o presidente chinês para aprofundar uma parceria de largo espectro. A China está numa frenética atividade diplomática.
O acordo sobre um cessar-fogo no Mar Negro e o fim dos ataques às infraestruturas de energia está desde já em vigor, segundo Kiev. Os problema são as exigências que ambas as partes colocaram para o seu cumprimento.
Não saiu nada de novo em relação à guerra na Ucrânia do encontro entre Rússia e EUA na Arábia Saudita. Cimeira entre chefes de Estado não é para já, mas Moscovo e Washington acordaram reatar relações ao nível da troca de embaixadores.
A decisão de Joe Biden de permitir ataques em profundidade à Rússia com o recurso a mísseis norte-americanos e a resposta do Kremlin - alargar o perímetro teórico do uso de armas nucleares, está a deixar o mundo nervoso. Principalmente a Europa.
O presidente do Brasil lançou oficialmente a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza na cerimónia de abertura da cimeira do G20, marcada pela decisão dos EUA de autorizarem os ataques profundos à Rússia.
Em Gaza mas também na fronteira com o Líbano, os combates estão a subir de tom. Na frente diplomática, Macron visitou Israel mas não tinha boas notícias, Lavrov foi a Teerão e António Guterres irritou os israelitas.
Sergey Lavrov disse numa conferência de imprensa que não tem dúvidas de que existe agora "muito pouca diferença" entre a UE e a Organização do Tratado Atlântico Norte.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, é esperado na próxima semana na Turquia, país que tem mantido linhas de diálogo com os dois lados a guerra na Ucrânia.