A IA é um instrumento. Sofisticado, certamente, mas continua a ser um simples instrumento. Quem decide continua a ser uma pessoa. E, aos olhos do Direito, quem decide continua a responder.
Hoje, com a ascensão da Inteligência Narrativa, do GEO e dos "Answer Engines", as marcas precisam de novas estratégias. Já não basta aparecer; é preciso construir uma autoridade genuína para que, quando a IA for consultada, nos recomende como uma fonte confiável.
À medida que a tecnologia continua a avançar, é essencial reconhecer que a IA não se destina a substituir a humanidade, mas sim a melhorar as capacidades humanas e a promover o progresso sustentável.
A noção de superfície não é inequívoca. A superfície pode separar uma realidade na sua unidade do resto em volta, ou, pelo contrário, ligar realidades, justapostas, conviventes. E é por aqui que há que fazer caminho.