O Papa é uma referência, por natureza, mas Francisco tornou-se mais do que isso, transcendeu as religiões e procurou chegar às pessoas, aos cidadãos anónimos, independentemente das crenças.
António Costa conseguirá, lidando com o labirinto institucional, reunir na UE as inteligências e as vontades políticas necessárias para nos aproximarmos um pouco mais do sempre fugidio ideal europeu da prosperidade partilhada.
Os cargos públicos têm de ser atrativos para quem não é político profissional. Não podem representar simultaneamente um sacrifício financeiro e um risco reputacional.