A Finlândia assume a presidência da OSCE com foco no apoio à Ucrânia e no reforço da resiliência da organização, a fim de enfrentar desafios complexos de segurança.
Desde 2019 que os Países Baixos não reviam em alta o seu nível de ameaça. A guerra em Gaza e os apelos do que resta da Al Qaeda e do Estado Islâmico foram as razões da revisão em alta.