Os projetos podem ser submetidos por organizações não-governamentais e instituições particulares de solidariedade social de todo o país até ao dia 16 de abril.
Segundo a FNE, os objetivos alcançados abrem "perspetivas positivas" aos trabalhadores, cujos aumentos remuneratórios globais vão fixar-se acima da inflação esperada para 2025.
O diretor do Centro de Transferência de Conhecimento da UAL, explica ao JE o propósito e as metas do Observatório da Economia Social Portuguesa, agora constituído: construir uma via alternativa para além da economia pública e privada e facilitar a investigação da temática, buscando a criação de novos modelos económicos.
A iniciativa decorre de 11 de outubro a 22 de novembro, em regime híbrido com as ações presenciais a realizarem-se em Braga e Aveiro. As inscrições já estão abertas.
A tecnológica do sector social e o instituto universitário de Lisboa assinaram um protocolo de colaboração que junta a experiência empresarial e o conhecimento académico para criar novas soluções para os cidadãos.
As prioridades são muito simples: autonomia acrescida para os gestores, mais médicos de família e integração dos cuidados primários com os cuidados sociais. O resto, perdoem-me a franqueza, é espuma.