A Savannah anunciou a assinatura de acordos de cooperação com as diferentes comunidades de Baldios como parte do desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso.
Três proprietários interpuseram uma providência cautelar contra o Ministério do Ambiente que suspendeu a servidão administrativa prevista para o projeto de lítio em Boticas.
A nova associação vai ser apresentada publicamente na quarta-feira, em Boticas, distrito de Vila Real, município onde a empresa Savannah quer explorar a mina de lítio do Barroso.
Autorização foi dada este mês, e tem a duração de um ano. Companhia britânica vai poder realizar trabalhos de sondagens e trabalhos conexos nestas áreas com o objetivo de desenvolver o projeto.
Donos do projeto da mina de lítio de Boticas dizem que continuam empenhados em arrancar com a operação em 2027. Fim do projeto da Galp e da Northvolt não muda nada.
Mário Ferreira tornou-se no terceiro maior acionista da empresa e o maior a título individual. Os dois maiores acionistas portugueses já detêm 15% da companhia.
Ficou conhecido do grande público no programa 'Shark Tank', e tem estado focado no negócio dos cruzeiros e dos media, mas sobe a aposta no lítio e na transição energética.
Portugal é uma possibilidade para os alemães da AMG virem a instalar uma refinaria de lítio. O parceiro (com 16% da mineira britânica) inaugurou recentemente uma destas unidades na Alemanha.
Burocraticamente, a queda do executivo complicou a vida à companhia britânica, que diz já estar a sentir uma aceleração nos vários procedimentos em curso nas entidades estatais. Nova data de arranque é 2027.
Potenciais parceiros vão agora realizar os processos de due dilligence sobre o projeto e a companhia. Savannah diz também está a pesquisar soluções de fontes de financiamento do Governo e da Comissão Europeia.
A empresa britânica garante que o projeto de Boticas continua a avançar apesar de o Ministério Público ter pedido a anulação da aprovação ambiental num processo movido pela autarquia local.
A empresa britânica contratou um escritório de advogados para realizar uma auditoria para avaliar riscos relacionados com o caso Influencer, tendo concluído que não houve "conduta errada" neste processo, anunciou a companhia mineira.
Empresa mineira foi alvo de buscas na terça-feira no âmbito da investigação aos negócios do lítio e do hidrogénio pelo Ministério Público e que culminou na demissão do primeiro-ministro após oito anos no poder.
A companhia britânica diz que não está à venda e que não quer alienar o projeto de Boticas, mas admite que está interessada em ter parceiros estratégicos para desenvolver a mina, contando ter novidades até ao final do ano. Tal como o JE noticiou em primeira mão, a Aethel de Ricardo Santos Silva está interessada na mina de lítio do Barroso.