Segundo a contestação à ação cível interposta pelo ex-administrador, a que a Lusa teve acesso, a SCML e a SCG asseguram estarem confrontadas “com uma situação verdadeiramente explosiva” devido ao projeto de internacionalização dos jogos sociais, assegurando que as contingências “ainda desconhecidas” das operações e investimentos efetuados podem representar um “prejuízo potencial ainda incalculável”.
Cancelamento do projeto em Brasília impede a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa de perder mais 14 milhões de euros. No total, já foram investidos 27 milhões de euros.