Mais de dois mil robôs humanoides competiram em Pequim em 51 provas. Bateram recordes humanos dos 100, 400, 1500 metros e do salto em altura. No salto em comprimento, os humanos ainda estão no pódio.
Inspirado no impacto global do lançamento do ChatGPT no final de 2022, o termo "momento ChatGPT" é uma metáfora utilizada no meio tecnológico e empresarial para descrever o instante em que uma tecnologia emergente atinge um nível de maturidade e acessibilidade tão elevado que passa a ser compreendida, adotada e reconhecida massivamente pelo público geral.
Medida visa proteger cadeia de abastecimento de inteligência artificial contra ameaças de espionagem. Restrições entram em vigor imediatamente e aplicam-se apenas a novos modelos.
A consultora Roland Berger estima que o setor dos robôs humanoides podem gerar receitas de 254,6 mil milhões de euros até 2035 ou 636,6 mil milhões de euros no cenário mais otimista. A longo prazo o mercado pode chegar aos 3,4 biliões de euros.
Já estão a integrar ambientes de trabalho humanos, transportando caixas, inspecionando produtos e realizando tarefas repetitivas. O mercado global avaliado em 2,77 mil milhões de euros em 2024, projeta atingir 55,7 mil milhões de euros até 2032, impulsionado por inovação tecnológica, redução de custos e escassez de mão de obra.
Lisboa pode ser o centro de ligação de redes situadas na América do Norte, América do Sul, África e resto da Europa, de acordo com o CEO da empresa. Em vista está a “Era da latência zero”, que deverá elevar o nível da experiência digital dos consumidores.
A falta de segurança é o fator mais citado (17%) para o pessimismo relativo aos carros que circulam sem condutor, ao passo que o medo gerado pela ideia de ter um robô humanoide em casa lidera as dúvidas a este respeito (7%). Por outro lado, a ideia de progresso (15%) e redução do esforço (16%) reúne o maior consenso entre as perspetivas positivas.
Inovações como os robôs humanoides abrem inúmeras oportunidades para melhorar a qualidade de vida, mas também exigem uma reflexão sobre os desafios e implicações subjacentes.
Há uma semana, na polémica assembleia de acionistas da Tesla, Elon Musk previu que a fabricante de automóveis elétricos, um dia, valesse 30 biliões de dólares, devido aos seus robôs Optimus, que até prova em contrário ainda só dançam e dobram roupa. Qual a viabilidade? Onde é que a robótica pode ajudar empresas e sociedade? Desde logo, por poderem entrar no mercado de trabalho com um custo-capacidade inferior a 10 dólares/hora, prevê um ‘think-tank’.