O custo de agir agora é conhecido e orçamentável. O custo de não agir só se torna visível depois do evento, e nessa altura já não há orçamento que o compense integralmente.
De cada vez que a terra treme, os portugueses ficam alerta para a necessidade de protegerem os seus bens. Enquanto se aguarda pela criação de um fundo, as seguradoras sentem a crescente procura por cobertura de risco sísmico.
A ASF, liderada por Margarida Corrêa de Aguiar, defende que deve passar a ser obrigatório um seguro para risco sísmico, como já acontece em Espanha ou em França.