Nem sempre derrubar regimes à espera de que disso resulte uma regeneração idílica, estruturada na forma ocidental, surte o efeito desejado. Quase nunca acontece. Exemplos? Há vários.
Muitos irão apontar os fracassos da UE nas últimas décadas e, sem dúvida, há muito a criticar. No entanto, esta Europa tecnocrata e vulnerável a lobistas e agentes externos, ainda é uma Europa que se mantém firme na defesa do Estado de Direito.