Nenhuma das obras que invoco neste texto se encaixa na leitura leve. São um convite a ir para além do imediato e não julgar que a realidade se confina a pequenos ecrãs.
O subtítulo deste livro – “Flâneurs, Passeantes, Walkmans, Vagabundos, Peregrinos” – dá-nos algumas pistas preciosas sobre uma arte em vias de extinção. A saber, caminhar.