A proposta mereceu os votos a favor do PSD, CDS/PP, Chega e Iniciativa Liberal, a abstenção do PCP, PS e JPP e os votos contra do Bloco de Esquerda, Livre e PAN.
Para o partido, "o Estado não pode continuar a impor uma disciplina e área curricular que, pela sua natureza e como funciona, doutrina ideologicamente transformando as salas de aulas em laboratórios de engenharia social massificada".
Para os comunistas, "a TAP faz falta ao país". "Continua a ser um dos maiores exportadores nacionais, seguramente o maior exportador no setor dos serviços, e pode desenvolver-se para uma capacidade maior em áreas de enorme valor acrescentado como a manutenção e engenharia".
A CE argumenta que “a adoção da lei sobre agentes estrangeiros será um obstáculo no caminho da Geórgia para a UE.” Não se percebe como é que o pleno funcionamento das instituições democráticas pode minar o desejo da Geórgia aderir à União. Deveria ser o oposto.
A contração do mercado que decorreria da entrada em vigor deste Projeto de Lei levaria à descontinuidade da maioria dos estabelecimentos que constituem hoje este setor industrial, prejudicando gravemente o desenvolvimento da estratégia de promoção da economia circular em Portugal.