Só para fazer reparações básicas nas infraestruturas de petróleo, a fatura ascende a 12 mil milhões. Dobrar a produção significa investir mais e o barril a 60 dólares não é atrativo. E continuam a haver riscos para investir, pois a incerteza política mantém-se no país latino-americano.
"A indústria transformadora deverá crescer 5,4% entre 2025 e 2026, com um dinamismo particularmente acentuado nos setores de minerais não metálicos, com 7,0%, metalurgia de base, com 6,8%, bebidas, com 6,2%, mobiliário e colchões, com 5,5% e indústria alimentar com 5%, sugerindo uma trajetória de recuperação e expansão industrial centrada em ramos de elevado peso económico e de base produtiva consolidada", lê-se no relatório de previsões do Governo.
De acordo com dados preliminares da agência federal de estatística alemã (Destatis) hoje divulgados, a produção da indústria alemã em junho caiu 3,6% face ao mesmo mês de 2024 e 1,9% face a maio.
Entre estados membros os maiores aumentos anuais verificaram-se subidas em Espanha (+44.6%), Chéquia (+11.6%), Hungria e Portugal (+5.4%) e as maiores descidas foram na Polónia (-4.8%), Alemanha (-3.4%) e França (-3.3%).
No processo de transformação das economias ocidentais, o conceito de PIB foi fundamental ao permitir, na sua tripla lógica de abordagem à quantificação da atividade económica, a introdução do conceito de circuito económico – que importa recuperar.
De acordo com dados do Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP), documento recentemente aprovado pelo Governo, as receitas totalizaram em 2024 91,8 milhões de dólares, equivalentes a 5,87 mil milhões de meticais (78,1 milhões de euros).
A aposta da China está a permitir-lhe liderar o mundo nas tecnologias da descarbonização, nos veículos elétricos e até, preocupantemente para o mundo ocidental, nas tecnologias militares e do espaço.
Uma vinha pequena, menor do que um campo de futebol, tem conquistado prémios pela qualidade. “Somos uma boutique”, diz o produtor Pedro Patrício, que concretizou em Estremoz um projeto de artesão, centrado na atenção aos detalhes e na dedicação.
Os preços na produção industrial aumentaram, em abril, 0,7% na zona euro e 0,6% na União Europeia (UE), com Portugal a registar a segunda maior quebra (-2,4%), na comparação homóloga, divulga hoje o Eurostat.
Após uma breve reunião este sábado, os países produtores anunciaram mas um aumento da oferta, alegando que os fundamentos do mercado estão saudáveis. A decisão está em linha com os repetidos apelos de Donald Trump para que se aumente a produção de petróleo, cujo preço continua a baixar.
Os dados da S&P assinalam que a Alemanha viu a sua atividade empresarial descer pela primeira vez, em abril, em quatro meses, depois de em março se ter verificado o crescimento mais elevado em 10 meses. "França permaneceu em contração e viu o ritmo de declínio na sua atividade empresarial acelerar durante o mês de abril. O resto da zona euro continua a registar um crescimento sólido, embora o ritmo de expansão tenha abrandado ligeiramente quando comparado com o de março", acrescenta a S&P.
"Excluindo o agrupamento Energia, os preços da produção industrial decresceram igualmente 1,4%, taxa idêntica à observada no mês anterior. A variação mensal foi de -1,3% (-0,2% em março de 2024)", salientou o instituto de estatística.