Nos negócios, como na vida, o modo como se chega determina se seremos convidados a ficar. No Médio Oriente, por exemplo, não se vende a sério antes de se pertencer. E pertencer não é só estar presente.
Julgo ser útil abrir a coluna ao serviço de uma compreensão mais sistemática da “nova” presença brasileira em Portugal. Um pequeno manual de instruções, consultório sentimental ou apenas um “Brasileiros para Totós”.