Durante os anos em que foi ministro das Finanças, Cristóbal Montoro terá recebido comissões de empresas para facilitar alterações de leis. Depois do escândalo do PSOE, as suspeitas de corrupção atingem o PP.
O Partido Popular (PP, direita) venceu as eleições europeias de hoje em Espanha, com 34,2% dos votos e 22 eurodeputados eleitos, enquanto os socialistas do primeiro-ministro Pedro Sánchez alcançaram 30,18% e 20 assentos no Parlamento Europeu. O PP, que integra o Partido Popular Europeu (PPE) na assembleia europeia, elegeu hoje mais nove eurodeputados do que […]
"Não se deixem enganar. Espanha não tem um problema, quem tem um problema judicial é o senhor Sánchez", disse Feijóo, numa declaração aos jornalistas no dia em que dirigentes do Partido Socialista (PSOE) denunciaram uma "guerra suja" da direita e extrema-direita espanholas contra o primeiro-ministro e a sua família, baseada em campanhas de desinformação e ataques pessoas na internet.
A investida da Justiça sobre a mulher do chefe do Governo é apenas mais uma das crises que envolvem o executivo desde as eleições de julho. Na próxima semana, Sánchez dirá se fica ou se se demite. Se ficar, terá de passar por uma moção de confiança.
Um ano depois de o Governo de António Costa ter determinado o fim do programa de atribuição de título de residência através da compra de casa, a medida é emulada na vizinha Espanha. Agora, com a chegada de um novo Executivo, deverá ser Portugal a retomar essa política.
Os extremistas do Vox lideram a contestação, tendo mesmo chegado a lançar um ultimato sobre o PP se o partido conservador optar por não acompanhar a ‘revolta’ contra os socialistas.
Já não é apenas uma palavra de ordem, mas um manifesto: grupos neo-nazis e aquilo a que a imprensa chama ‘coletivos-fantasma’ de ultra-direita transformaram Madrid num caos, clamando por um ataque ao Congresso.
O secretário-geral do Junts per Catalunya, Jordi Turull, e o presidente do grupo parlamentar do PSOE, Albert Batet, regressaram a Bruxelas este domingo para, perto de Carles Puigdmont, ultimarem o acordo.
O líder do Junts per Catalunya - que juntamente com a ERC perdeu as eleições regionais de 2021 para o PSOE catalão - é quem decide o futuro de Espanha. Para ele, é indiferente com quem o fará, por muito que Núñes Feijóo se queixe.
Num ambiente político cada vez mais crispado, os populares vão tentar formar um governo para Espanha. Ou, segundo os socialistas, apenas perder tempo antes de Pedro Sánchez voltar ao poder.
O rei parece estar muito pouco confortável com a eventualidade de assinar a Lei da Amnistia que servirá de cimento à aliança entre o PSOE e o Junts per Catalunya. A atual crise política pode redunda numa enorme crise política.
A guerra na Ucrânia e as eleições em Espanha tornam a ser temas em análise. A visita de Lula a Angola é também abordada pelo embaixador Francisco Seixas da Costa neste programa da plataforma multimédia JE TV.
O socialista Pedro Sánchez adiou pela primeira vez a ida ao plenário europeu em junho passado, por a data inicial prevista coincidir com a campanha eleitoral espanhola das legislativas de 23 de julho.
Tal como era esperado, o rei Filipe VI indicou o líder do PP para apresentar um executivo às Cortes. A justificação reside nos resultado das eleições de 23 de julho.
O Partido Popular (PP, direita) foi o mais votado nas eleições e Feijóo já tinha dito hoje que, por causa disso, era candidato a primeiro-ministro, apesar de não ter os apoios parlamentares que lhe garantam a investidura.
O PSOE conseguiu ficar com a presidência do parlamento, no arranque da nova legislatura saída das eleições de 23 de julho. Um bom indicador para testar a possibilidade de uma ‘geringonça’.
A bipolarização que os resultados das eleições espanholas expressam não significa outra coisa que não o desejo de um governo sem dependência das franjas radicais, que perderam força.
Puigdemont, protagonista da tentativa de autodeterminação da Catalunha em 2017, vive desde esse ano na Bélgica para fugir à justiça espanhola e tornou-se eurodeputado.
De surpresa em surpresa, a noite eleitoral lançou o país no limbo da instabilidade. Ninguém ficará admirado se os espanhóis forem chamados às urnas em poucas semanas. Até lá, o PP tentará ser alternativa ao PSOE – mas nem disso há certeza.