O resto do mundo parece estar reticente em envolver-se em guerras provocadas, em primeira instância, pelas potências europeias, em consequência das suas eternas questões nacionais e étnicas.
Foi a Rússia de Putin e Lavrov que atacou Kiev, quando o secretário-geral da ONU era recebido por Zelensky, querendo humilhar as Nações Unidas e mostrar que a Rússia está acima da lei, despreza a ONU e só se rege pela lei da força.