As principais praças europeias mostraram subidas leves na terça-feira, a beneficiar do desacelerar dos preços na produção dos EUA. No dia que se segue vai ser conhecido o PIB da zona euro no segundo trimestre, seguido pela taxa de inflação norte-americana em julho.
Vão ser revelados esta quarta-feira os dados do PIB da zona euro no primeiro trimestre, permitindo fazer uma radiografia à situação económica dos países da moeda única. Somam-se a inflação no Reino Unido e nos EUA, assim como os resultados de várias empresas de peso.
A volatilidade foi baixa, a contrariar as variações que se observaram precisamente uma semana antes. Os investidores pareceram tranquilos, na expetativa pelos dados macro que vão ser conhecidos na quarta-feira.
Em termos homólogos o PIB registou uma variação nula em ambas as zonas, mas em cadeia houve uma subida de 0,1%. Em simultâneo, os postos de trabalho aumentaram, mas as horas trabalhadas recuaram.
Após a injeção de 1,8 triliões de euros na economia europeia até 2026, o bloco económico que pretende ser uma referência a nível mundial não consegue mais do que uma estagnação.