A startup portuguesa Starkdata quer levar o seu conhecimento para fora de Portugal e tem os olhos postos nos Estados Unidos quase desde o primeiro dia.
As técnicas propostas no estudo que envolve a Universidade de Coimbra e o IPO de Coimbra e Porto, além de não serem invasivas, permitem obter informação química para além da morfológica. Esta informação adicional pode ser essencial para o médico poder efetuar um diagnóstico rigoroso e precoce da doença.