Atravessar milhares de quilómetros, cruzar línguas, paisagens, religiões e sensibilidades tão distintas e continuar, apesar de tudo, na Índia. O mais fascinante será essa espessura, a coexistência de mundos.
“Três” é o mais recente livro de viagens de Sérgio Brota, onde o autor relata as suas andanças pelo Vietname, China e Tibete e América do Sul (Peru, Bolívia e Chile). Um livro muito pessoal, mas transmissível.
Conhecido e reconhecido internacionalmente, Rui Moreira tem sido pouco visto por cá. A retrospetiva que agora se apresenta no MAAT, em Lisboa, é a melhor desculpa que podemos ter para mergulhar fundo na sua obra.
Quase 1300 anos depois, o historiador Michael Wood resgata Du Fu para o Ocidente, aquele que, junto com Li Po, é considerado um dos grandes poetas chineses da dinastia Tang.
A motivação para viajar é algo muito pessoal. Mas pouca gente haverá insensível às belezas naturais e construídas pela mão humana que, muitas vezes, são resgatadas ao esquecimento ou degradação pela chancela "Património Mundial", da UNESCO. Este ano, a lista de inscritos cresceu e escolhemos alguns deles para inspirar a sua próxima viagem.
Quantas viagens não começam com livros? E falamos de literatura, nada de guias ou roteiros.
É este o caso, em que um país se revela pelo olhar de uma mulher que uma outra desencadeou.
Annemarie Schwarzenbach nasceu na Suíça e escreveu que é com as montanhas que "aprendemos a erguer os olhos e a acalentar esperanças." A África que percorreu não a privou desse sentimento, mas fê-la sentir "impotente". Para devorar com vistas infinitas.