Os agentes económicos mantêm-se otimistas, é verdade, mas os dados mostram que não estão a suportar esse sentimento com dinheiro. Esperam para ver. Esperamos todos para ver.
Confiar não é fechar, mas abrir, não é repetir os fiéis, mas convocar os que muito além dos círculos fechados podem ser mais desafiados a contribuir para o interesse comum.
Talvez a médio prazo a mão de obra mais vulnerável encontre novas soluções para fugir à sazonalidade da economia, do dinheiro e da confiança. Mas, para já, há que surfar a onda e aproveitar o que aí vem.
Podia ter procurado outras geografias para desenvolver a sua actividade, podia ter sediado a empresa onde os custos de produção estariam mais baixos, mas escolheu sempre a sua terra, porque acreditava em Portugal e nos portugueses.