O protocolo possibilita que os enfermeiros inscritos na ordem tenham aconselhamento gratuito, acompanhamento especializado e apoio permanente, em todo o território nacional.
O encerramento contrasta com o facto de "estarem escalados sete enfermeiros especialistas em Saúde Materna e Obstétrica e dois médicos”, de acordo com a Ordem dos Enfermeiros.
De acordo com a Ordem dos Enfermeiros (OE), estas vacinas têm vindo a ser entregues nos centros de saúde em pequenas quantidades, o que a ordem considera não ser “suficientes para suprir as necessidades” da população.
A recomendação de Maria Lúcia Amaral surge na sequência de uma queixa recebida pela Provedoria de Justiça referente ao regulamento disciplinar da Ordem dos Enfermeiros, que proíbe a presença do advogado do arguido, do denunciante, do queixoso ou do participante na inquirição de testemunhas que ocorra na fase de defesa do processo disciplinar.
A Ordem dos Enfermeiros avisou hoje que os estatutos aprovados na sexta-feira pelo parlamento “podem colocar em causa a qualidade da prestação de cuidados de saúde”, pedindo que se inicie, de imediato, nova revisão da lei.
Em comunicado de imprensa, o gabinete liderado por Manuel Pizarro sublinha que, com a referida medida, "o Ministério da Saúde aprofunda os mecanismos dos processos formativos e de certificação do Enfermeiro, reconhecendo o papel determinante dos enfermeiros na construção e funcionamento do Serviço Nacional de Saúde".
Em comunicado, a Ordem dos Enfermeiros (OE) diz não concordar com esta medida, afirmando que “a administração de vacinas não é competência desses profissionais de saúde”.
Apresentação do livro de Ana Rita Cavaco contou com a presença do ex-líder do PSD mas também do atual presidente do Chega. O ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes elogiou a atual bastonária: "Pode liderar seja o que for".
Em causa estão duas deslocações de inspetores da IGAS à Ordem dos Enfermeiros, com a bastonária a argumentar que aquela ação inspetiva tinha “uma motivação política”, supostamente assente nas divergências públicas entre o organismo e a então ministra da Saúde, Marta Temido.
Os enfermeiros de cuidados primários já assinalaram ruturas de vacinas (inseridas no Programa Nacional de Vacinação) no sistema, sendo que, ao utilizar lotes anteriores, existem relatos de falhas na imunização.