O consumidor de 2026 já não é o comprador otimista dos anos anteriores; é um agente económico mais cauteloso, que analisa o risco logístico antes de abrir a carteira.
A abertura de espírito é uma virtude rara que deve ser cultivada. Começando em nós mesmos e nas nossas instituições. Não basta constatar que os outros parecem não querer ouvir. É também preciso escutar quem normalmente não é ouvido.
Se a informação a que temos acesso estiver muito incompleta, errada, ou se não a compreendermos, as nossas decisões serão tendencialmente de pior qualidade.
Aeroportos a mais de 150 quilómetros da capital, uma ilha no meio do Tejo, opções mais antigas e outras completamente fora do baralho encontram-se a ser analisadas pela comissão técnica independente que revela as suas escolhas a 27 de abril.