António Vitorino preside ao Conselho Nacional para as Migrações e Asilo e liderou a Organização Internacional para as Migrações. Trouxe dados e um olhar de experiência feita em primeira mão.
No ano passado, a Europa recebeu 966 mil novos pedidos de asilo, o número mais elevado desde 2016. Em Portugal, em maio, as autoridades registaram um aumento de 30% no número destes pedidos. Vasco Malta, chefe de Missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM) em Portugal, comenta estes números e analisa a crise migratória na Europa em entrevista ao Jornal Económico.
"Que o Mediterrâneo nunca mais seja cenário de morte e desumanidade", suplicou o chefe da Igreja Católica perante milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, na Cidade do Vaticano, para a habitual oração dominical do Angelus.
"Parabéns a Amy E. Pope pela sua vitória histórica como a próxima diretora-geral da OIM. Agradecemos ao diretor-geral Vitorino pelo seu serviço e liderança da OIM nos últimos cinco anos", disse Blinken em comunicado.
O português António Vitorino retirou esta segunda-feira a recandidatura à liderança da Organização Internacional para as Migrações (OIM), após ter perdido a primeira votação para a norte-americana Amy Pope, que dirigirá a instituição, revelou à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros.
O resultado da primeira votação, realizada à porta fechada, foi noticiado pela agência norte-americana AP, citando três funcionários diplomáticos que pediram para não ser identificados.
"Na República Dominicana nós encontrámos hoje um Presidente e um Governo – e estavam lá dois terços do Governo, e falou governante por governante, pasta por pasta – que tinham o trabalho feito, sabiam em pormenor o que queriam de Portugal", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, no fim da visita oficial de um dia, realizada na quinta-feira, a primeira de um chefe de Estado português a este país das Caraíbas.
“Com base nas relações de estreita amizade com o nosso país irmão Portugal, Timor-Leste manifesta o seu apoio à recandidatura de António Vitorino”, refere o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação timorense, numa mensagem na sua página na rede social Facebook.