Estes novos máximos do S&P 500, Nasdaq, Nikkei, e Kospi, têm explicação no desempenho do setor tecnológico e das ligações a áreas como a inteligência artificial e os semicondutores.
O Brent, referência internacional, ultrapassou esta segunda-feira os 100 dólares por barril pela primeira vez em quase quatro anos, encarecendo os combustíveis para os consumidores nas bombas de gasolina.
A performance dos índices do Japão e da Coreia do Sul foram impulsionados pela possibilidade de poderem não existir novos aumentos nas taxas de juro pelo Banco Central japonês (BoJ) e pelos resultados da Nvidia.
A bolsa japonesa já tinha batido um novo máximo na sessão bolsista de segunda-feira. A 'Takaichi Trade' simboliza a expetativa dos investidores de que as políticas económicas da primeira-ministra Sanae Takaichi "vão impulsionar as ações, ao mesmo tempo que enfraquecem o iene (moeda japonesa)".
Domingo foi dia de eleições no Japão, que terminaram com uma vitória esmagadora para a primeira-ministra, Sanae Takaichi. Os investidores mostraram-se animados com esta decisão e fizeram o índice japonês chegar a novos máximos, em torno dos 56.500 pontos. Os investidores continuam de olhos postos nos dados económicos norte-americanos.
Também o segundo indicador, o Topix, abriu a perder 0,27% para 2.733,18 pontos, dois minutos após o início da sessão, às 09h02 locais (01h02 em Lisboa).
O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.
A bolsa de Lisboa registou uma segunda-feira de perdas, com o índice PSI a cair quase 2%, em linha com as grandes praças europeias e mundiais, que viveram um dia fortemente negativo.
Bolsas mundiais mantêm tendência negativa da semana passada, com receios de recessão nos EUA e conflito no Médio Oriente a assustarem investidores. Bolsa japonesa caiu 13%, a maior queda desde a Segunda-Feira Negra de 1987.
Os principais índices acionistas ultrapassaram, ou pelo menos mantiveram, máximos no mês de março. Mas o bom desempenho apenas irá continuar se os bancos centrais não desiludirem o mercado, afirma a Allianz Global Investors.