Em Roma, na reunião dos Socialistas europeus em que participa, o primeiro-ministro português demissionário, disse que é preciso "combater o populismo atacando as suas causas profundas".
Os socialistas da União Europeia decidem este sábado, em Roma, a nomeação de Nicolas Schmit para candidato à presidência da Comissão Europeia na próxima legislatura.
Fontes do gabinete da presidente da Comissão Europeia disseram à Lusa que Von der Leyen deverá anunciar a 19 de fevereiro a candidatura a cabeça de lista do Partido Popular Europeu, com o objetivo de avançar para um novo mandato.
Nicolas Schmit comunicou que a União Europeia tem “65 mil milhões de euros para o modelo de aumento de competências”, referindo que é essencial valorizar a formação continua dos trabalhadores para enfrentar os novos desafios, designadamente a transição digital, mas também as crises de energia provocadas pela guerra na Ucrânia.
Para Nicolas Schmit, ter a legislação europeia em vigor até ao final de 2023 seria “o melhor cenário”, embora o responsável ressalve que “o calendário é o fim do [mandato do] Parlamento Europeu”, dadas as eleições europeias em maio de 2024.
“Não diria que os salários [mínimos] podem subir até ao limite, mas, ao mesmo tempo, temos de manter o poder de compra das pessoas”, afirma o comissário europeu do Emprego e Direitos Sociais, Nicolas Schmit.