Esta não é uma retrospetiva da obra de Frank Gehry, mas sim uma exposição que celebra a liberdade, a imaginação e a coragem de ver o mundo de uma forma sempre nova, durante quase cem anos.
"Aflição de espírito. A Coleção Duerckheim x Serralves" é uma exposição pensada a partir de uma das mais importantes coleções privadas de arte contemporânea da Europa. Inaugura a 15 de maio e reúne obras de Georg Baselitz, Damien Hirst, Theaster Gates ou Anselm Kiefer. Muitas delas nunca exibidas publicamente.
A artista alemã Anne Imhof testa os limites da arquitetura de Siza Vieira em Serralves. Sem nunca a violentar. E provoca-nos turbulência, física e mental, com as suas obras. Pensamos? Eis o repto.
Olhar criticamente o passado colonial e as suas reverberações no presente. Eis o cerne do trabalho da artista portuguesa Filipa César. Quinze anos de idas e vindas, de reflexão, questionamento. Em Serralves, a artista convida o público a pensar. Frontalmente e sem branqueamentos.
Sob o mote "Novos Horizontes", Serralves revela a programação para 2026, que tanto amplia a vertente experimental, como põe o foco em retrospetivas de grandes nomes da arte contemporânea. Jenny Holzer, Frank Gehry, Anri Sala, Lee Ufan e a portuguesa Filipa César são alguns dos artistas a reter. Bem como a mostra que parte da Coleção Duerckheim.
Serralves abraçou o mote “Onde o futuro se cruza com a memória”, num ano em que celebra o centenário do seu emblemático Parque e a abertura da nova ala do Museu. Mas há muitas mais razões para espreitar a programação.