A economia chinesa está num ponto crítico, com a produção industrial, vendas a retalho e investimento a abrandarem substancialmente, e o desemprego jovem a ultrapassar os 20%.
O dólar continua sem rival devido à sua plena convertibilidade, profundidade do mercado obrigacionista, aceitação e reconhecimento globais, entre outros aspetos.
A Europa tem de encontrar uma forma de descodificar e conhecer melhor a China, tão bem como os dirigentes chineses já conhecem a Europa. Precisa de encontrar um caminho que defenda os seus interesses e que se torne proativo em relação a este parceiro económico.