“Em democracia é assim mesmo, temos que dar a voz ao povo e agora serão os madeirenses e porto-santenses com a legitimidade de escolher os seus representantes para governar os destinos da região”, afirmou Miguel Castro.
O Chega, através do seu líder regional, referiu que num cenário de eleições antecipadas na Madeira, o partido "vai a eleições sozinho" e acrescentou que o eleitorado da força partidária está à espera de "uma mudança" na Região.
"O que eu imagino, e a maior parte das pessoas deduziu, é que naquela conversa entre ambos ficou de alguma maneira decidido, ou, pelo menos, no ar, que haverá eleições", disse o líder da estrutura regional do Chega, Miguel Castro, referindo-se ao encontro entre o representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sexta-feira, em Lisboa.
O candidato do Chega disse que um executivo que governe sem maioria absoluta "terá de ir ao parlamento discutir com os outros partidos as decisões que são tomadas para a região", o que será benéfico para a democracia.
O líder do Chega Madeira confirma ao Económico Madeira que não foi notificado de nada, depois de divulgado que foram entregues na Comissão Nacional de Eleições e num tribunal do Funchal uma queixa sobre irregularidades na lista entregue pelo partido às eleições regionais.