A 'magia' só será efectiva se houver um programa de desenvolvimento bem assente no terreno, que terá de ser bem negociado com os partidos e as instituições de natureza social.
Queremos ser homens livres ou súbditos? Preferimos a autocracia ou a democracia? Somos tributários da tradição iluminista europeia ou aceitamos as trevas?
As ilações a retirar das eleições francesas para o xadrez político nacional soam a sinal de alerta. A meu ver há que manter com solidez, transparência e espírito reformista q.b. uma saudável disputa democrática entre PS e PSD. Será isto exequível?