Este seria o melhor cenário, diz Mário Jorge Machado, presidente da ATP. Se não for assim, segue-se um período de retaliação até que possa ser encontrada uma base de entendimento mútuo.
A 27.ª edição do Fórum da Indústria Têxtil realiza-se a 4 de julho, em Famalicão, e marcará os 60 anos de percurso associativo que esteve na origem da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal.
Para além da novela – um termos recorrentemente usado no recato do momento anterior às repostas oficias – entre PSD e PS, as associações patronais querem a viabilização do Orçamento. Que, melhor ou pior, estabeleça estabilidade nas contas públicas e previsibilidade na gestão privada.
A celebrar oito anos, o JE reuniu um conjunto assinalável de comentários prestados pelos grandes protagonistas sobre o caminho feito e sobre que desafios nos reserva o futuro, enquanto sociedade e enquanto país.
A verificarem-se, as contas da ATP apontam para uma queda da ordem dos 3,5% face aos 5,7 mil milhões registados em 2023. O valor recorde de 2020, seis mil milhões, está longe, mas a indústria nacional está a ganhar quota de mercado na Europa.
Passado o choque provocado pela guerra, a crise energética parece estar a ficar para trás. Conheça as opiniões de Mira Amaral, ex-ministro da Indústria e Energia e de Mário Jorge Machado, presidente da Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP).
Por via de uma seguradora no âmbito do seu universo, o Banco de Fomento podia dar uma ajuda preciosa às empresas exportadoras, defende o presidente da Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal em entrevista ao JE.