Elitismo na política e machismo na justiça representam duas inércias profundas que passam de regime em regime, fenómenos que têm sobrevivido a todos os movimentos transformadores.
Em pleno século XXI, continuamos a viver numa sociedade que alimenta a desigualdade de condições laborais e salariais, mesmo quando as mulheres desempenham os mesmos cargos que os homens e são mais qualificadas.