No caso das 'Áfricas', o ciclo cruel dos ratings de crédito injustamente baixos obriga a pagar juros significativamente mais altos que apenas agrava a dívida externa num reflexo de uma relação predatória.
"Estamos a chegar ao limite", alertou Ajay Banga, na sua intervenção na sessão plenária dos Encontros Anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que decorrem esta semana em Marraquexe, salientando que "nenhum montante de engenharia financeira criativa vai compensar o facto de que é preciso mais financiamento".