Portugal deve pensar, por uma vez, como pode mobilizar os portugueses residentes no estrangeiro e os luso-descendentes para serem agentes activos da sua afirmação.
A presidente da FLAD admitiu alguma surpresa com o facto de os lusodescendentes que falam português serem mais qualificados e receberem, em média, mais 22% do que os outros residentes nos Estados Unidos, facto que levará a Fundação a fazer novos estudos para perceber o motivo.