Se confrontado com a crise da habitação actual, Keynes provavelmente proporia um imposto que desincentivasse o investimento especulativo por parte de quem não pretende habitar as propriedades que adquire.
Basicamente, continuamos com as mesmas preocupações na escolha (errada) de líderes que influenciam a vida de milhões de pessoas, como já o fazíamos na Grécia e Roma antigas.