Até que ponto a agenda pessoal do presidente eleito dos Estados Unidos vai proporcionar à extrema-direita europeia um contexto propício à imposição das suas agendas nacionais - e nacionalistas? Jaime Nogueira Pinto e Francisco Seixas da Costa não parecem ter dúvidas sobre a matéria. Que é o mesmo que dizer que os interesses europeus estão em suspenso.
Jaime Nogueira Pinto e Carlos Feijó de um lado, Catarina Castro e Cunha Njinga do outro. Duas visões distintas mas não necessariamente divergentes sobre um tema a que falta debate.
Num globo que emperrou na antítese e não evoluiu ainda para a síntese – “sabemos o que não queremos, mas não sabemos o que queremos” – o politólogo considera difícil uma liderança unificada da lusofonia. “Alinho nos pessimistas”.