"A pergunta que mais me fazem investidores e consultores financeiros é quando é que a dívida federal [norte-americana] vai explodir na cara de todos nós. A minha resposta habitual é que, embora estejamos a falir, estamos a falir lentamente. [...] O facto de, ainda hoje, o governo americano poder pedir dinheiro emprestado durante 30 anos a um rendimento de apenas 4,6% demonstra a convicção de que ainda há espaço para o governo contrair mais empréstimos", diz o JP Morgan.