A papeleira portuguesa revelou que nos últimos 18 meses os seus investimentos de cariz sustentável ascenderam a 164 milhões de euros, o que corresponde a 60% do valor total alocado.
O capital filantrópico pode e deve correr mais risco, apoiando projetos a cresceram e a evoluírem com uma lógica de geração de receitas que lhes permita previsibilidade e autonomia.