As finanças sustentáveis não são uma opção estratégica. São a nova base da competitividade. E Portugal não está atrasado: está numa posição privilegiada para liderar.
O jornal Público avança que dos 99 milhões que que estavam destinados a compensar os efeitos socioeconómicos pelo encerramento da central a carvão de Sines, mais de 19 milhões vão para projetos turísticos.
A Comissão Europeia propôs esta quarta-feira uma simplificação das regras de sustentabilidade e de investimentos da União Europeia (UE) para um alívio administrativo de cerca de 6,3 mil milhões de euros referente à redução das obrigações para as empresas.
A competitividade europeia exige uma mudança que transcenda a atual dicotomia entre Estado e mercado, criando um novo modelo de economia adaptado à era digital, capaz de recuperar o tempo perdido face a outros competidores internacionais.
Numa altura em que 90% da garantia da UE usada para este fundo já foi alocada, o executivo comunitário salienta que “a avaliação intercalar confirma o papel essencial do programa para colmatar as lacunas de investimento nas prioridades políticas estratégicas da UE e mobilizar investimentos privados e públicos”.