A IA é um instrumento. Sofisticado, certamente, mas continua a ser um simples instrumento. Quem decide continua a ser uma pessoa. E, aos olhos do Direito, quem decide continua a responder.
"Nos casos em que a coerção ainda se verifica, o instrumento proporciona uma estrutura que permite reagir de forma bem calibrada para pôr termo à coerção”, salienta Bruxelas.