Bruno Zhu do outro lado do espelho
A exposição “Belas Artes” é, antes de mais, uma pergunta em aberto: quem tem o poder de nomear as coisas? E como encarar uma proposta que não tem obra criada, apenas uma narrativa feita de dúvidas? Bruno Zhu aterrou no CAM e fala-nos de frustrações institucionais de uma forma deliciosamente desconcertante.